A primeira parte com a voz doce de Luisa Sobral e depois Jamie Cullum para acabar a noite em grande.
imagem: Luisa Sobral fonte http://www.cooljazzfest.com/
A primeira parte com a voz doce de Luisa Sobral e depois Jamie Cullum para acabar a noite em grande.
imagem: Luisa Sobral fonte http://www.cooljazzfest.com/ 
imagem: Barbara Palvin
fotografia: arquivo pessoal - 16-Julho-2011
Querem manter a forma durante todo o ano? e com ajuda de profissionais de nutrição?
fotografia: arquivo pessoal - O bolo do 1º aniversário do Manel. Como não conseguimos nada que realmente gostámos, mandámos fazer um bolo branco e depois decoramo-lo nós. Comprámos os Dalmatas na Disney e escrevemos com chocolate. O que eu queria mesmo era o principezinho mas, corremos tudo e não encontrámos nada, nadinha.
fotografia:arquivo pessoal-não é do final de tempo, mas a minha preferida.
imagem: Ming Xi by Zig Tesch and Carolina Tesch
A segunda decepção: uma camisola linda, linda no catálogo.
Terceira decepção: o macacão para o meu filhote. Mais parece um body para dormir. O tecido é muito grosso e o corte? esse nem falo. O tamanho? parece para 6 meses e não para 18.
Ainda me faltam algumas coisas que chegam na semana que vem.
fotografia: arquivo pessoal - Manel 07-Julho-2011
Santa Joana dos Matadouros é uma peça de Brecht escrita em 1930. Para Bernard Sobel não foi a crise económica e social da Alemanha naquela época que justifica a obra. “Creio que o texto é antes uma reflexão mais geral sobre a Humanidade e sobre a organização que regula as relações entre os humanos, ontem como hoje. Hoje, em França (2008), vivemos sempre com o receio quotidiano da própria ideia de revolução, se bem que sejamos os descendentes de uma Revolução, a de 1789. Em 1930 Brecht trabalhou com Walter Benjamin com o desejo de interrogar-se sobre a questão da violência na História. Eles consideravam que a vida é violência. A Revolução é, assim, o estado normal das coisas, uma vez que não há vida sem violência. Santa Joana dos Matadouros é uma peça actual porque a violência é o nosso próprio quotidiano, mesmo quando o tentamos negar, e fingimos acreditar que o progresso da Humanidade se dirige para um tipo de paz fictícia e factual que regularia as relações humanas. Ora a violência é permanente porque se mantém em permanência a castração das nossas pulsões.”Bernard Sobel, um dos mais destacados encenadores franceses da actualidade, está de regresso ao Festival de Almada, desta vez para dirigir um espectáculo com interpretação de alunos finalistas da Escola Superior de Teatro e Cinema e alunos recém-formados da ACT – Escola de Actores. Depois de se ter apresentado pela primeira vez no nosso País no âmbito do Festival com O refém, de Claudel (em 2002), e Dom, mecenas e adoradores, de Ostrovski (em 2006), Sobel criou, com actores da Companhia de Teatro de Almada e do Teatro dos Aloés, A charrua e as estrelas, de Sean O’Casey, em 2007.
É a peça final de curso do tio Zé. A ele e aos colegas desejamos que tudo corra bem e que o esforço de muitos meses de trabalho seja compensado.
Depois pintei as mãos, fui à hidrobike com elas assim, fazia pandant com a pisicna e não me chocou muito. Estava ainda a dormir e às 8.45h de uma manhã de sábado, tudo fica bem.