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E aos meus 32 anos as dúvidas permanecem.
Quem sou eu? O que quero fazer? O que preciso mudar? Como o
vou fazer? O que mais preciso alcançar? Que mudanças tenho de tomar? O que
tenho é-me suficiente?
Viver constantemente a desejar o que não tenho, a pedir mais
e melhor, a lamentar-me da minha vida, porque isto ou por aquilo, não me deixa
de todo gozar o tudo que tenho de bom.
E a Vida já me deu tanto. Podem crer que sim.
Por isso, tenho que aprender a agradecer em vez de criticar,
tenho de aprender a ver o lado bom de tudo e o positivo, em vez de tirar
partido do cinzento e sem sabor.
Vou aprender
a viver melhor comigo mesma, a aceitar-me tal e qual sou, a mudar para melhor,
sem precisar de muito. Aceitar-me simplesmente.
Aprender a gostar mais de mim, todos os dias.
Aprender a viver com os meus defeitos (tentado melhorá-los) e a valorizar as minhas virtudes.
Lembrar-me que tenho um filho lindo e saudável, que tenho saúde e que o meu marido é o melhor para mim, como eu sou para ele. Que somos uma família fantástica e que não precisamos de mais do que temos para sermos felizes.
Vou aceitar
os que me rodeiam como são, sem exigir demasiado, sem os querer mudar.
Porque para
exigir mudanças, tenho de me mudar também a mim.Porque todos somos perfeitos e pedir mais é estragar.
Tenho a vida
que escolhi, pelos caminhos que fui desbravando e descoberto.
“A
mentalidade de esperar sempre a felicidade é um ciclo sem fim” e a felicidade
já eu a tenho, resta-me saber apreciá-la.
Neste
primeiro dia dos meus 32 anos tenho uma única certeza: não poderia ter mais e
melhor. A minha Vida é óptima e eu sou FELIZ!
(inspirado em "The little guide to contentedness" by Leo Babauta)